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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Admirável Mundo Novo - Saas ou Não Saas, Eis a Questão




      SaaS, será essa a nova coqueluche do mercado? Segundo o sítio Datacenter Dynamics, a SAP está lançando sua versão do ERP, para o setor sucroenergético http://migre.me/aKZTx, A brasileira Totvs, também já presta esse serviço aos seus clientes. Um modelo anterior a esse, denominado “ASP”, já é oferecido há muito tempo por vários fornecedores. Afinal para quem realmente a nuvem é boa, quem realmente pode se beneficiar deste serviço?

       A experiência diz que o “seguro morreu de velho”. Quando um grande fabricante resolve investir em uma certa tecnologia, é necessário muita reflexão e cautela. Você pode se beneficiar dela, como também pode se tornar um dependente tecnologia.

      Pode-se de dizer que há riscos para os dois lados. Quem adquirir o serviço deve estar bem ciente que os dados não são mais de sua posse. Os dados agora estão na posse do seu fornecedor. Em analogia ao nosso cérebro, é como você tirar a informação do seu Cérebro e colocá-la em um caderno, é muito comodo e eficaz, até o dia em que você o perde. Por outro lado, o custo, hoje de se manter este dado sob posse da empresa, é extremamente oneroso e em certos casos inviável e na pior das hipóteses ineficaz. Para o fornecedor o fator de agora poder desenvolver para um único ambiente melhora em muitos os custos e “performace”, porém assume o risco de guardar dados que não são seus, portanto o cuidado com a segurança é redobrado.

      Então o que fazer? Qualquer empresa seja ela de que tamanho for, tem que refletir e analisar a vantagem de se ir para uma nuvem pública. Conheço alguns casos de sucesso, onde realmente foi vantajoso e foram resolvidos vários gargá-los, e já presenciei casos em que foi necessário abandonar o “datacenter” e montar estrutura própria.



domingo, 11 de julho de 2010

Admirável Mundo Novo - Nova Educação

          A Dell está mostrando uma nova solução para ensino precensial, achei muito interessante, mas vale apena algumas poderações:

          É apenas um comercial, o foco é a tecnologia e não a educação.
A experiência nos diz que este tipo de tendência tem grandes chances de sucesso, portanto em breve teremos uma nova escola, com novos métodos de educação.

          Aí começam as grandes mudanças, se você prestar atenção, com este tipo de tecnologia, pode-se quebrar o paradigma do professor sabe tudo. As salas não precisam mais de um detentor do conhecimento falando para um bando de garotos, que não tem a menor vontade de estar ali. E o conteúdo? É... ficar anos a fio em um carteira dura "aprendendo" a mesma coisa, é duro. Mas desta forma já possível imaginar currículos mais sintéticos e objetivos, isso gerará alunos mais interassados, etc.

          Mas aí temos um problema, e os mestres? estes foram formados na escola antiga, no modelo de pensamento americano. Novos mestres terão que serem formados, em uma nova geração de pensadores. Utopia? Não, necessidade. E por último, o maior de todos os paradigmas tem que ser quebrado, o de que educação é uma obrigação do governo. Não meu caro amigo, a educação de seus filhos é primordialmente sua, sem possibilidade de terceirização de responsabilidade.

          Mas diante deste novo cenário, e desta pequena análise, posso já vislunbrar um novo mundo, onde teremos pessoas menos dependentes de lideranças e excessos de hierarquisações. Onde o se valorizará menos a dentenção do conhecimento e mais a sua utilização. Segue abaixo o vídeo da Dell, neste nosso admirável mundo novo, pensar é preciso.



sábado, 15 de agosto de 2009

Admirável Mundo Novo - Tecnologia Jurássica



"A long time a go ...", pois é, a mais ou menos 40 anos foi criado um modo de se comunicar que revolucionaria o mundo, um tal de email. Devido a necessidade de se identificar a que rede (domínio) o usuário pertencia foi criado um modo de endereçamento que seria usado por toda uma geração. Estava criado o "nome@dominio" ou "usuario@rede". Isto foi concebido dentro de uma lógica conceitual em que as redes não se conversavam de forma "on-line" e sim "off-line", traduzindo, apenas se comunicavam quando fosse necessário. Este pensamento casou diretamente com o modelo de máquinas "desktops", conectar-se para enviar e receber. Passaram as décadas e as redes se integraram, apareceu uma tal de internet, aí o que ocorreu? As redes passaram a se conversar de forma "on-line". Vem ocorrendo uma avassaladora mudança conceitual no que tange a comunicação eletrônica, na disseminação da informação. Isso atinge diretamente o correio eletrônico (até a tradução é antiquada). Como assim? Para que enviar algo (mensagem), se ela está disponível. Como já tratei em outro artigo, no novo modelo em que vivemos, não faz sentido. Vivemos a era dos "web services" (serviços via internet) onde a lógica é, quem quer vem buscar. Analisando friamente, o email se tornou anacrônico e obsoleto. Ainda sobreviverá por algum tempo, mas não muito, diria até que está em fase terminal, preste a entrar em coma, se já não o estiver. A prova é que a praga de spans, phishings, etc... estão trantando de debilitar o velho senhor das comunicações eletrônicas.


Mas então o que substituirá o email? Pergunte ao seu filho, ele já tem a resposta, provavelmente nem saiba o que é email. As novas ferramentas de colaboração e relacionamento, estão revolucionando a comunicação eletrônica. A integração da comunicação direta (orkuts...), com a coletiva (twitter), editores de artigos (blogs), ferramantas de gestão de conhecimento (wikis), aliados aos motores de buscas (googles..), fazem da comunicação eletrônica algo espetacular. Uma notícia se espalha com rapidez instantânea, de forma bem mais segura que no modelo anterior. A privacidade também é mais apurada, o que parece um paradoxo, já que cresce nesse ambiente, onde os usuários não se importam muito com isso. Sem falar nas possibilidades comerciais, o span é algo que só de falar gera arrepios, mas, nas novas ferramentas eles são naturamente incorporados ao dia-a-dia, por um simples motivo, você é quem escolhe o que ou a quem acompanhar. Portanto, seguindo o rito normal de todo ser vivente, no nosso admirável mundo novo, vida longa as ferramentas de colaboração, e adeus ao bom senhor email.