SaaS,
será essa a nova coqueluche do mercado? Segundo o sítio Datacenter
Dynamics, a SAP está lançando sua versão do ERP, para o setor
sucroenergético
http://migre.me/aKZTx,
A brasileira Totvs, também já presta esse serviço aos seus
clientes. Um modelo anterior a esse, denominado “ASP”, já é
oferecido há muito tempo por vários fornecedores. Afinal para quem
realmente a nuvem é boa, quem realmente pode se beneficiar deste
serviço?
A
experiência diz que o “seguro morreu de velho”. Quando um grande
fabricante resolve investir em uma certa tecnologia, é necessário
muita reflexão e cautela. Você pode se beneficiar dela, como também
pode se tornar um dependente tecnologia.
Pode-se
de dizer que há riscos para os dois lados. Quem adquirir o serviço
deve estar bem ciente que os dados não são mais de sua posse. Os
dados agora estão na posse do seu fornecedor. Em analogia ao nosso
cérebro, é como você tirar a informação do seu Cérebro e
colocá-la em um caderno, é muito comodo e eficaz, até o dia em que
você o perde. Por outro lado, o custo, hoje de se manter este dado
sob posse da empresa, é extremamente oneroso e em certos casos
inviável e na pior das hipóteses ineficaz. Para o fornecedor o
fator de agora poder desenvolver para um único ambiente melhora em
muitos os custos e “performace”, porém assume o risco de guardar
dados que não são seus, portanto o cuidado com a segurança é
redobrado.
Então
o que fazer? Qualquer empresa seja ela de que tamanho for, tem que
refletir e analisar a vantagem de se ir para uma nuvem pública.
Conheço alguns casos de sucesso, onde realmente foi vantajoso e
foram resolvidos vários gargá-los, e já presenciei casos em que
foi necessário abandonar o “datacenter” e montar estrutura
própria.
